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Vou começar uma categoria de conversas chamada “Uma vez em Sampa…”. E aí, vezenquando, trago aqui um caso que vivi por lá.

Deu vontade agora de falar de duas figurinhas que roubaram a cena de um casamento: Philip e Richard.

O casamento era de Silvia e Andrew. Silvia trabalhava na comunicação de uma famosa rede internacional de hotéis, em São Paulo. Nos conhecemos em um evento coorporativo, pro qual ela me contratou. No desenrolar da vida, ela quis que fosse eu a registrar seu casamento também. Andrew mora no Brasil, mas é de origem americana. O seu irmão, também casado com uma brasileira, é o pai dessas duas figuraças que dominaram a cena! os dois vão do “bom dia” ao “how are you?” com a tranquilidade de quem bebe água. Escreveriam em português e inglês todo esse texto aqui, na boa. E mais: sabe qual era o “brinquedinho” que Richard tava usando pra se distrair no casamento? uma Canon 5D, igualzinha a por mim usada! trocamos altos papos fotográficos… em português, claro.

O casamento foi super íntimo, um almoço no terraço do restaurante de um outro badaladíssimo e fashioníssimo hotel de Sampa, somente pros pais e irmãos… somando tudo, não deu 15 pessoas! uma tarde super agradável e de muito carinho, entre pessoas que realmente se amam. Adorei!

Com vocês, os pirralhos que me conquistaram!

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Alguém aí ficou curioso pra ver a noiva???

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Hoje eu quero falar de Vinícius Matos. Mas não quero fazer “propaganda gratuita”… ficar repetindo texto de release, pra “dar uma força”. Quero falar da minha experiência pessoal com ele – ele que sequer ouviu falar de mim, e nem imagina que temos uma “experiência pessoal”!

Sim, ele estará aqui em Natal agora em junho, dando um workshop sobre fotografia de casamento, nos dias 16 e 17. E, por trás dessa informação tão simples, existe muito a se revelar.

Primeiro: eu, que morei meus primeiros 27 anos de vida aqui, interrompi isso com mais 8 anos em São Paulo, e agora volto pra continuar por aqui… eu consigo comparar as diferentes oportunidades oferecidas ao profissional do Nordeste-Norte (digamos assim, pra não levar pro “pessoal”) e ao profissional que vive no centro-sudeste-sul do país. Todo mundo por aqui repete isso, que sabe dessa diferença, mas sem muito conhecimento de causa. Repete por repetir. Mas, gente, é realmente incrível a desvantagem que temos por aqui – que fique claro que me refiro ao acesso a cursos de aperfeiçoamento. Em São Paulo (meu exemplo vivido), ainda que você nem queira muito, você é empurrado pruma agenda cultural que lhe “força” a entrar em contato com o que há de melhor da produção nacional. Não que em São Paulo estejam todos os melhores do país… mas é que por lá passam todos eles! e aí, não tem como escapar: são os “mil” sesc de Sampa, a Fnac, o Senac, os Centros Culturais, os trocentos museus… as ‘semanas’ promovidas… os ‘festivais internacionais’… os Fóruns… ‘zilhõs’ de vernissages… sem falar nas escolas de fotografia. Muito disso é oferecido de graça. Você chega numa vernissage e troca idéia com aquele seu ídolo de infância. Vai num debate qualquer e senta do lado de outro ídolo seu, que por sua vez tá ali pra admirar e prestigiar um terceiro que está se apresentando. Eu posso garantir: todos os dias existe algo assim por lá. Nós, daqui, perdemos muito sem essa convivência e troca entre profissionais.

Não quero aqui discutir os motivos disso, levantar bandeiras, questionar a política e a geografia. E o que quero dizer com isso?
Eis que nos surge uma chance! Vinícius Matos, fotógrafo reconhecido nacional e internacionalmente pelo seu trabalho, estará aqui. Ele veio até nós, oferecer aquilo que não temos facilmente: oportunidade de “oxigenar” o conhecimento. Trocar idéias – fundamental!

Qualquer um que tenha pelo menos 2 neurônios consegue perceber que essa é uma oportunidade imperdível!!! oportunidade de se reciclar… e oportunidade de dizer “Sim, Natal está pronta pra receber bons cursos! queremos movimentar a cena local… queremos virar roteiro de bons profissionais que tenham conteúdo a repassar… venham, por favor!!”

Não é demais dizer que na fotografia (e em qualquer profissão, claro!) ninguém sobrevive sozinho! ninguém sabe tudo e descobre tudo sozinho! que morre na praia quem pensa que guardando pra si todos os seus segredos vai se destacar e alcançar vida longa profissional.

Trabalhei um tempo com Nellie Solitrenick em São Paulo (mestre em casamentos!) e, na verdade, foi ela quem me introduziu nesse mundo dos casamentos, quando eu ainda era uma jornalista que queria de todo jeito fotografar numa redação. Enfim… Néllie tem uma sabedoria admirável e uma das coisas que aprendi com ela e que vou repetir pra sempre é: não tenho o menor problema em repassar o que sei. Não me preocupo se copiam a minha idéia… sabe porque? porque, com certeza, quando me copiarem essa eu já estarei com outra melhor.

O nosso meio seria infinitamente mais ‘leve’ e rico se todo mundo fosse tranquilo assim e se garantisse dessa forma. Sem segredos. Sem disputas. Sem medos.

Agora, enfim, minha experiência (unilateral) com Vinícius. Foi através de Erika (Lais), que está divulgando o curso aqui, que o conheci. Por curiosidade (e levando em conta toda a importância de uma vinda assim pra cá, como falei acima) fui ver seu trabalho, ler suas fotos e suas idéias. Descobri um profissional fantástico! alguém com quem tenho me identificado bastante, no fazer e no falar. Aliás, Minas tem se revelado pra mim! uma amiga minha mineira já tinha me dito que lá a fotografia de casamento ferve e que os profissionais desse meio lá são muitos e muuuito bons. Eu já acompanho faz um tempinho o trabalho incrível de Márcia Charnizon - adoooorooooo!!! agora, mas um pros meus “favoritos” de todos os dias: Vinícius!

As imagens dele são de deixar qualquer um doidinho. Eu fiquei doidinha! sabe quando bate aquela sensação de “aiiiiiiiiiii, como eu queria ter feito essa foto!!” ???? pois é… gritei isso mentalmente a cada página que eu virava em seu blog. Daí, fui pensando… o cara de ve ser uma “máquina”, né? porque fotografar tanto assim, com toda essa técnica, e ainda dar tantos cursos Brasil afora… só pode ser meio “robô”, meio “programado”, daqueles que correm pela vida pra dar conta da agenda. Tese completamente desarmada quando comecei a ler e vi que pra cada trabalho feito e exposto em seu blog, corresponde uma experiência pessoal vivida/sentida por ele e ali também narrada. Coisas profundas, até… que ele busca na infância, na relação com os pais. É um cara que vive com emoção e que busca mostrar isso em suas imagens. Assim como eu, ele repete em alto e bom som, que a estética da foto, sem emoção, é vazia e de pouco valor. E aí, pensando bem, eu não teria vibrado tanto com suas fotos (aliás, eu e quem quer que as veja) se elas não fossem baseadas em sentimentos verdadeiros. Conheço de looooonge fotos armadas, frias, fingidas. Não é seu caso. Pronto, me convenceu…. virei fanzona forever!!!

Recomendo: Vinícius Mattos, sem restrições. O cara é muito bom!

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(Para saber mais sobre o curso dele e se inscrever, bora aqui)

Pra ninguém achar que eu vou “rasgar” o seu dinheirinho, caso me contrate e eu “pire” nas imagens, fazendo unicamente fotos diferentinhas como as da conversa anterior (post abaixo “Ainda, de novo, toda hora o mesmo tema…”)… aqui vão mais fotos dos mesmos casamentos em quastão. Só pra mostrar que de doida mesmo, pirada de verdade, eu não tenho nada não, viu?!

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…Porque tem mais dois casamentos nesse fim de semana e não queria acumular. Vou ser mais resumida, prometo!

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Vou ficar devendo um capítulo à parte só pra essas daminhas… elas arrasaram!!! aquele meu conhecido ‘dedinho nervoso’ disparou e fiz fotos suficientes prum álbum inteiro só delas!

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…porque não tem jeito de não falar: tô no Versailles todo fim de semana (pelo menos! porque essa semana, por exemplo, só não estarei lá na quinta, contando com ontem o dia inteiro!).

Então, retomando o assunto da conversa anterior, quando indiquei os links dos meus trabalhos por lá. Preciso concluir, acrescentando uma importante explicação: Estou lá no Versailles fotografando casamentos e etecéteras para o Versailles. Existe, em cada evento, um outro fotógrafo que considero ser o “proprietário” da festa. Melhor explicando: ele foi contratado pelo organizador daquele evento – noivos, aniversariantes, etc – e por isso ele tem total e absoluta prioridade! Respeito totalmente o seu espaço e me limito a ocupar os espaços que ‘sobram’. Ou seja, a direção de cena é dele.

O que não quer dizer, claro, que meus cliques devam ser cópias fieis dos cliques dele… já que teria que me limitar ao seu “ponto de vista”. Bem falado… eu disse “teria”. Teria se eu não fosse geminiana… se não fosse inquieta e completamente DESESPERADA por novidades! pelo incomum! pelo “anormal”… e, principalmente, se eu não fosse avessa ao óbvio!

Claro que meus registros nesses eventos ficam mesmo limitados. O resultado final e geral são fotos que não são exatamente as mesmas fotos que eu faria num casamento “meu”, num evento que a direção fosse minha – primeiro, porque a gente deixaria de levar tãaaao à sério essa coisa de “direção”. Mas, como disse e repito, respeito o trabalho de cada profissional nesses eventos. Respeito quando posam ao redor do bolo por horas. Eu não faço isso. Mas, como tô lá… fico assim “meio de canto”… de ladinho… olhando pro teto, pro chão, pros arredores… pros olhares e gestos que se seguem antes e depois do clique do outro fotógrafo… pras “brechas”… pros espelhos… e aí, pronto, me acho! se quer saber: adoro esse desafio constante de achar a cena dentro de uma situação que não é a perfeita.

Imagina se eu  passasse a dizer coisas do tipo…

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“Aiiiiiiiii… e esse povo que não sai da frente, hein??!! não tem como fazer a foto assim!!!”

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“Caraca! só me sobrou esse lugar pra pegar eles de frente, atrás da grade???!!”

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“E se eu quebrasse essas rosas que tão justo no rosto da noiva, hein? pode, cerimonial???”

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“Tô já dando uma cotovelada nesse câmera!”

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“Meninaaaasssss, saiam da frente, please! preciso pegar os noivos saindo!!!”

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“No espelho não, né? bora fazer uma fotinho ali do lado do bolo??”

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“Quem olhar pra mim e disser X ganha um pirulito!!”

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“Pow… ninguém olha pra mim!!!!”

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“Alguém esqueceu a taça na mesa! vou tirar daqui, pra num atrapalhar a foto”

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“Pois é… enquanto ela posa pro fotógrafo lá, eu não tenho nada a fazer aqui!”

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“Num dava pra ir tirar esse véu num lugar melhor, não? esse bolo na frente dela tá me atrapalhando!”

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“Nada o que fazer parte II! tão tirando o véu da noiva ali no canto… e o fotógrafo ainda chamou ela de lado”

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Brincadeira, né povo? adooooro cada uma dessas imagens, exatamente como estão!

Os trabalhos que tenho feito no Versailles são publicados no site da casa. Quem quiser ir conferir direto na fonte, aqui está o caminho bem desenhado de pelo menos alguns deles:

* Casamento de Polyana Simas e Lahyre Rosado: http://www.versaillesrecepcoes.com.br/capa/ver-revista/?album=1&gallery=85

*Bodas de Prata Liana e Leôncio: http://www.versaillesrecepcoes.com.br/capa/ver-revista/?album=1&gallery=86

*Aniversário Toinho Silveira: http://www.versaillesrecepcoes.com.br/capa/ver-revista/?album=1&gallery=110

*Lançamento do novo Diário de Natal: http://www.versaillesrecepcoes.com.br/capa/ver-revista/?album=1&gallery=102

*Lançamento revistas Versailles e RV Mães: http://www.versaillesrecepcoes.com.br/capa/ver-revista/?album=1&gallery=98

*Casamento Rhebecca e Gabriel: http://www.versaillesrecepcoes.com.br/capa/ver-revista/?album=1&gallery=106

*Fernanda Patriota, 15 anos: http://www.versaillesrecepcoes.com.br/capa/ver-revista/?album=1&gallery=106

Bom… aí… foi aquilo que vocês perceberam. Eu tava meio-que-querendo voltar pra Natal, de Sampa, em 2007… na época do casamento de Glácia. Mas, tá na cara, não vim! vim agora somente. Naquela época, com a mão na mala, fui convidada a fazer a terceira edição do (Festival Internacional de Fotografia) Paraty em Foco e, claro, não resisti. Já terminando o ‘Paraty’, veio ‘paramim’ algo ainda mais surpreendentemente irresistível e que me segurou por lá até o ano seguinte, quando veio o segundo convite do Paraty (a quarta edição) e aceitei de novo… e… enfim… aceitei fazer o paraty e aceitei mais que isso… aceitei ficar em Sampa… aceitei e aceitei. Tava me acostumando com tudo isso, quando “tocou o despertador” e tive que voltar mesmo… dessa vez sem jeito.

E então, dois anos depois, adivinha só quem vem de novo pras minhas lentes?! nem tenho que dizer que adoreeeiiii, né?

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Tudo de novo! De novo Glácia… de novo Nalva! gosto dessas ‘circuladas’ que as coisas dão. Me fortalece a sensação de que é possível ter novo encontro, nova chance pra tudo… que tudo pode ser ‘de novo’.

Acima fotos de “Eu corto com Nalva”. Campanha que, a cada mês, trará uma personalidade diferente levantando a bandeira que não abre mão de Nalvinha e se deixando fotografar linda - pelas mãos dela, Nalva, e pelos cliques meus.

Sabe o que eu tô curtindo muito nessa volta à Natal? dar continuidade a histórias afetivas “interrompidas”. Entre aspas, claro, porque o afeto nunca foi interrompido… apenas a convivência que alimentava a relação com boas e necessárias doses de cumplicidade.

Lídia Pace é minha amiga ainda da época da faculdade. Não éramos da mesma turma, mas do mesmo período. Mas, mais que nos corredores da UFRN, a gente se via mesmo nos finais de semana… indo pras baladinhas (ou procurando essas tais aqui na cidade. Porque, acredite, não é sempre que se acha!). Muitos lances depois, fomos juntas a um congresso de jornalismo em SP. E foi nessa viagem que Lídia conheceu (e se encantou por)  Caique, agora seu marido. Eu devo ter sido a primeira pessoa a ouvir dela aquele famoso “huuummm… esse aqui é interessante!”. Acabamos a facul e fui pra Sampa. Perdi o casamento deles, que amaria ter fotografado! Mas cheguei de volta, oito anos depois, num dos momentos mais fantásticos de sua vida. Quando ela cruza a fronteira, vira a página, passa de fase e entra no clima da maternidade. Da mulher-mãe! E é com muito orgulho que registro essa fase da sua história… orgulho de amiga.

Lídia vai ser mãe daqui a pouquíssimos dias. Está linda!! seu corpo está perfeito e sua alma pronta pra receber seu menininho.

Um próximo capítulo se inicia e vamos ver agora algumas cenas que o introduzem. Lídia e Caique vão ser papais. Dante vem aí, pra começar uma nova linda história, à três.

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As fotografias que faço sempre têm a cara do cliente. Carregam minha interpretação, claro… mas é importante que tenham a cara da pessoa em questão, pra que essa pessoa se sinta à vontade e não ‘represente’. Nunca encaixo meus clientes em ‘cenas padrão’… se isso acontecer, é porque era sonho deles determinada foto e eu adoro realizar sonhos, quando sou capaz. Mas cada caso, é mesmo um caso. Cada registro, procuro fazer único… espontâneo e com personalidade.  Caique e Lídia adoram música e praia, e fazem questão por fotos em preto e branco com detalhes coloridos. E você, do que gosta?

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Mais!

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Ainda sob o efeito ‘maternal’ que envolveu meu domingo, solto hoje uma boa dose de Lídia. Muitas… muitas gotas!

E eu não sei se reside no fato de eu ser mulher… ou no fato de ser mãe e já ter tido lá meu barrigão… a verdade é que é uma delícia ‘brincar’ assim, com a imaginação de um casal grávido… registrando momentos tão íntimos, tão deles três!

E eis minha grande missão aqui: contar a Dante como os pais dele curtiram essa barriga e como o amaram antes mesmo de ele ter uma carinha!

Fizemos várias saídas… verdadeiros passeios! agora, o álbum tá ’no forno’. E Dante, quase na porta.

 

No Hellenus (um big beijo ao Heleno, super obrigada!!): 

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Em Ponta Negra:

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Em estúdio (agradecimento mais que gigante a Pablo Pinheiro, pelo estúdio!):

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Vocês lembram desse rosto, num dos posts abaixo??? uhuhuuuu… nossa Miss Brasil!!!

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