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Paulo Lencina é meu amigo, mora em São Paulo – apesar de gaúcho – e se define como “escrevedor, fã de Dorival Caymmi, torcedor do glorioso Internacional de Porto Alegre”. Pra mim, é uma pessoa de sorriso aberto, mente em constante movimento, ótima companhia pruma cerveja ou prum “balaco-baco-qualquer”. Um “cabra arretado”, posso dizer.

Trabalhou anos em revistas da Editora Abril, escrevendo e viajando pelo mundo (ô coisa sem graça, né?), e é redator publicitário premiado, dentro de agências de peso-pesado na cena nacional. Ele é bom mesmo.

Em conversas pelo msn, dia desses, ele me conta que meu blog “é bom demais!”. E que muitas fotos que ele acha aqui inquietam ele… despertam nele uma vontade doida de pensar em cima e fazer nascer uns textinhos – Ele assumiu que é romântico! e me propôs essa parceria. Eu pirei na hora, claro! amei a idéia!!!!

E aí, pronto: ele vai ficar me enviando, vez em quando, suas “viagens escritas” pra casar com minhas “viagens visuais”. E vocês são os nossos convidados pra festa desse casamento!

Ele me disse que serão “relatos Mínimos”, e é assim que vou chamar a categoria aqui.

Paulinho Lencina é publicitário, jornalista, torcedor do glorioso Internacional de Porto Alegre e fã de Dorival Caymmi. Não necessariamente nessa ordem. Trabalha como free-lancer em agências de publicidade e escreveu diversas reportagens para as revistas Viagem & Turismo, VIP, Vida Simples, Playboy, Guia 4 Rodas, Placar, Superinteressante, Época São Paulo, etc. Gosta de correr mundo, correr perigo. Morou em Salvador, Lyon, Recife, Fortaleza, Lisboa, Paris, Luanda e Barcelona, onde fez mestrado em documentário. Finalmente encontrou seu cantinho em São Paulo, onde acabou de escrever um livro infantil.

Paulinho Lencina é publicitário, jornalista, torcedor do glorioso Internacional de Porto Alegre e fã de Dorival Caymmi. Não necessariamente nessa ordem. Trabalha como free-lancer em agências de publicidade e escreveu diversas reportagens para as revistas Viagem & Turismo, VIP, Vida Simples, Playboy, Guia 4 Rodas, Placar, Superinteressante, Época São Paulo, etc. Gosta de correr mundo, correr perigo. Morou em Salvador, Lyon, Recife, Fortaleza, Lisboa, Paris, Luanda e Barcelona, onde fez mestrado em documentário. Finalmente encontrou seu cantinho em São Paulo, onde acabou de escrever um livro infantil.

Os blogs de Paulinho:
blogdocabeloduro.blogspot.com e paulolencina.blogspot.com

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Rapidinhas…

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Essa semana a coisa tá impossível! começamos com a próxima revista Versailles… noivas pipocando com reuniões e orçamentos… trabalhos antigos, já agendados… dois casórios no final de semana… então, preciso ser curtinha aqui. Mas preciso ser… estar… não vivo mais longe daqui, sinto falta!

E hoje, o que tenho pra contar é que TÔ ARREPIAAAADAAAAA!!!… mas isso é bom… arrepiada, excitada com a aproximação da data do lançamento d’A Cega Natureza do Amor, do queridíssimo e talentosíssimo Patrício Jr. Só porque sou fã dele já estaria saltitante… e vocês devem lembrar que todas as fotos do livro são minhas, né? o que vocês não sabiam ainda é que no dia do lançamento do tão esperado livro, terei minhas fotos expostas! Tudo será na Livraria Siciliano do Midway, dia 16 de julho – aliás, pra quem ainda não viu, a nova loja no terceiro piso está um arraso! tem um mesanino e um pequeno auditório. Pronto… é lá, nesse auditório, que minhas 13 fotinhos estarão… esperando vocês!!… olhaí uma boa idéia pra gente deixar de ser virtual, né? bora todo mundo pra lá se conhecer, comprar um livro bacana e tomas uns goles-de-qualquer-coisa?!!

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Sem essa de querer arrancar os cabelos, só pra que ninguém perceba que estão ficando brancos!… sem essa de querer “arrancar os cabelos” por qualquer coisa, né?… eu adoro a idade que tenho. Acabei de fazer 36 e me sinto muito à vontade assim.

Agora, vou confessar uma coisa: ver minhas sobrinhas assim, tão crescidas… assusta um pouco! nesse momento até me sinto muuuito mais velha do que sou de fato. Nossa! essas bebês que ajudei a cuidar estão assim… prontas pra vida!!

Lembro rindo hoje em dia que quando as mais velhas (Sarah e Carol, por exemplo) tinham lá seus poucos meses ou anos de vida e suas mães precisaram de minha ajuda, eu ainda era uma “menina buchuda” que só servia mesmo pro básico: trocar a fralda, dar uma mamadeira e não deixar enfiar o dedo na tomada. E quantas vezes, meus Deus, essas mães chegaram e acharam suas filhas chorando, sabe lá porque, e eu aos berros junto… assumidamente fracassada na função de protetora e já implorando por ajuda de ‘gente grande’ de verdade.

Crescemos. Hoje me sinto mesmo tia. Me sinto também muito feliz de ver que a vida segue… a família cresce, finca raízes. Que logo mais essas meninas vão ser também mães e cada uma delas terá mais tantas histórias de vida pra contar. Nessas horas sinto a vida como um grande livro com seus capítulos muito bem divididos… cada personagem, com seu papel determinado, vai brincando de atuar em busca de um destino feliz, e todos juntos constroem uma bela história.

Até o ano passado minha mãe tinha 3, dos seus 6 filhos, longe dela. Com a minha volta de São Paulo, só restam 2 longe (Bel, em Manaus, e Carla no Rio). Dezembro é o momento do reencontro. Mas nem sempre é possível juntar todo mundo. Ano passado conseguimos, foi ótimo! E nesse reencontro fiz essas fotos das minhas sobrinhas mais velhas – as mais novas ainda preferem a piscina.

Uma tarde de brincadeira entre tia e sobrinhas que, cheia de orgulho, mostro agora aqui. E nem é orgulho de fotógrafa… nesse caso, é de tia mesmo!

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Noiva, mesmo quando não é noiva, é linda, né?

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Desfile da Fina Flor, no La Mouette, dia 03 de junho – Siiiim… sei que hoje é dia 20!!… sei que estou com um delay horrível! atrasadíssima na transmissão aqui das coisas que tenho feito por aí. Eu corro… juro… mas vai levar um tempinho ainda até eu conseguir ser mais fiel ao tempo dos acontecimentos. Perdoem-me!!!

Pois bem, o desfile correu como todo bom casamento: começou com a noiva e terminou com a festa!

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Com Ellen Ganzarolli!

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Não quero ser cruel com os estilistas (e é claro que eu não tô botando em questão as criações)… mas o melhor, de qualquer desfile, é mesmo o antes e o depois! bom… é um ponto de vista. O da fotógrafa!

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Sinval de Souza foi o Hair Stylist. E isso foi no “antes”.

Depois… sorrisos!!! só sorrisos…
Sorrisos especiais de Rayssa Ribeiro e Ângela Lemos…

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E eu não poderia deixar de dizer que, pra coroar a noite, tinha um belíssimo (e delicioso!) bolo de Robinson Câmara

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“(…) você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, no máximo uma roseira, (…) esperava de você apenas coisas assim, avenca, samambaia, roseira, mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente(…)”
(Para Uma Avenca Partindo, de Caio Fernando Abreu)

Minha homenagem aos namorados. Especialmente àqueles que já casaram ou, num gesto similar, afirmaram ter encontrado seus pares perfeitos. A quem vive plenamente seu grande amor: Parabéns!

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Daminhas!

jun 11

Olhando meus últimos posts e vendo “uma vez, em Sampa” lembrei da promessa que fiz de dar um post exclusivo pras daminhas que me roubaram dos noivos por boa parte do casamento de Marcela e Lendro. Então…

‘Uma vez, aqui mesmo em Natal’… meu dedinho não se conteve diante dos movimentos coloridos e saltitantes dessas daminhas.

Adoro fotografar crianças, em qualquer situação. Elas, mais do que ninguém, colocam em prova seu poder de improviso… porque elas até posam um tiquinho, mas não têm muita paciência pra isso não! e se quem quer registrar não conseguir perceber que, nessa hora, são elas quem dão as cartas… se nessa hora, a pessoa com a câmera ficar insistindo em tirar delas tal pose, tal sorriso, com tal fundo e tal luz – tudo junto, ao mesmo tempo, e rápido… ihhhhhhh… perdeu!!!

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E você acha que elas podem ter se incomodado? Imagina!… a gente fala a mesma lingua… Todo mundo amigo!

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Viu?!?… até rolaram umas posezinhas e rodopios especiais no final!!!

São 4h da madrugada. Quem me procurar agora vai me achar sentada na sala, ao lado da lareira – que eu não tenho, porque moro na cidade do sol, mas… enfim… onde seria ela – de olhos arregalados e esperando ansiosamente o papai noel. Sim, eu sei. Ele só vem no natal. Mas a fada madrinha uma vez me contou, em segredo absoluto (aiiii, vou perder a confiança dela!), que ele aparece no nosso aniversário também, caso seja muito-muito-muito desejado! ele vem trazendo um saquinho de pó de pirlimpimpim, numa quantidade suficiente pra durar 24 horas, e lhe entrega o presentinho desejando que você seja muitíssimo-extremamente-demais feliz no seu dia. Mas… como tudo que ‘é bom que só’ tem um “porém”… antes de abrir o saquinho o aniversariante presenteado tem que ler um cartãozinho que o acompanha, com uma lista gigantesca de ‘cuidados e orientações de uso’. Pois é… dizem que o “manual” foi pensado e posto em prática depois de Emília tocar o terror no Sítio do Pica-Pau.

Pode, por exemplo, desejar que o dia amanheça lindo! que toda a chuva que cai agora lá fora ouça sua ordem de “parou a brincadeira!” e se retire do céu. Não pra sempre, mas por 24 horas.

Pode ainda pedir pra ser acordada com um beijo estalado e melecado do filho, mesmo sabendo que ele tá em Recife, em sua primeira viagem “sozinho”, pela escola. Mas pode.

Pode pedir ligações desde a zero hora, a cada 10 minutos, por 24 horas inteiras!! cheias de “felicidades”, “beijos” e muitos “parabéns”.

Pode até pedir que o dia passe lento. Que 24 horas tragam a sensação de 48… quem sabe 72 horas!!! e nessas “72 horas”, com 24 na verdade, pelo menos 72 abraços bem apertados surjam. E pode, claro, querer que eles sejam reais, calorosos, gostosos como foi o segundo do dia – aquele que veio logo depois do abraço que veio junto dos beijos melecados do seu filho, que tá na verdade em Recife -, o da sua mãe. E, sim, como não?!!! que todos os 72 abraços venham fazendo par com 72 beijos… não… melhor 2 beijos de cada 1 abraço!… faça a conta, porque hoje não quero me ocupar disso. Só quero saber que, sim, é possível desejar ficar com a bochecha doída, roxa e afundada de tanto beijo!

Outra coisa que pode é pedir pra que todos – e eu disse tooooodos – os seus amigos apareçam e fiquem com você nessas 24/72 horas! quando eu digo todos, eu falo também daquela mega amiga que tá morando em Petrópolis, serra do Rio; Falo dos miliuns de Sampa, incluindo São José dos Campos; da de Fortaleza e daqueles outros mundo afora como Alemanha, França, Buenos Aires… sim, todos! inclusive e principalmente, os que moram do lado, na mesma cidade que você. Já imaginou tomar um café da manhã de aniversário cercado de toooooooodos os amigos e toooooodos os irmãos (mesmo as do Rio e Manaus) e os familiares mais queridos??? puts… pois num é que pode isso?!!!

É claro que cada um tem seus pedidos especiais e diferentes… tem gosto pra tudo. Mas também pode, porque a fada me disse, pedir pra que a cada meia hora você ache motivo – “do nada” mesmo – pra dar aqueeeeela gargalhada que parece não ter fim! aquela “braba”, que faz doer o maxilar, que mexe com todos os músculos, que faz você se sentar e se dobrar todo, botando a mão na boca enquanto o olho chora e apertando as coxas pra não fazer xixi!hahaha… até deu vontade de rir agora…. mas é verdade que pode.

Assim como pode pedir pra comer muito brigadeiro com a colher e raspando a panela queimada… muito leite moça pelo furinho da lata… muito sorvete, com muuuuitas coberturas de todos os sabores juntas, na casquinha (claro!!)… muito ‘sonho de valsa’ da maneira mais gostosa: raspando com os dentes toda a cobertura de chocolate, abrindo a casquinha ao meio, comendo metadinha de casquinha de cada vez, e finalizando com aquela bolona de recheio todinha na boca de uma vez! Pode passar o dia comendo o que quiser… sem engordar por 24 horas!

E a lista segue, com muitas coisas que pode: dançar loucamente enquanto canta aos berros todas as músicas de Madonna dos anos 80 com um pouco de 90, de Angel a Vogue. Com os amigos do lado, sempre, porque nem tem graça berrar assim se não tiver alguém do lado pra se espantar e dizer “ela sabe tooodaaaas!!”; pode colocar o vestido verde mais lindo de todas as vitrines da Oscar Freire (ok, pode ser da José Paulino… o efeito é o mesmo!); e, entre mais coisas, pode ainda pedir pro jornal não ter queda de avião pra noticiar.

Ía esquecendo o melhor!!! o saquinho vem acompanhado de uma maquininha de sensações, com vários botões coloridos. Cada vez que aperta um, você fecha os olhos e sente exatamente como se aquilo estivesse acontecendo: cheiro de chuva (só o cheiro!), cafuné de mãe, pé na areia, vento no rosto, sol na pele, primeiro beijo… são muuuitos botões!

A fada quase não me contou, mas porque confia muito em mim, ela disse que se for pro bem de muitos, pode até mesmo pedir uma malvadezazinha. Por exemplo: aquele vizinho tarado, que lhe atormenta desde os 10 anos (até os 36!!!), pode pedir pra ele sumir do mapa!!! ela até foi enfática nessa hora e me disse “se é pra fazer malvadeza, que faça bem feito”. Daí me contou que fazer sumir, só, é pouco. Que dá pra pedir que ele exploda mesmo, como uma bola de hormônios superinflada! POF!!!

Bom, dá pra pedir de tudo. Ou quase tudo.

O que não dá pra pedir é que aquela pessoa específica, que fica numa categoria que não é exatamente a de “amigo”, nem “irmão” e nem “parente querido” (porque esses pode, como já foi dito)… mas esse tal, que não se encaixa em nenhuma das três categorias, mas que vive repetindo que te ama e que morre de saudades… não dá pra querer que ele pegue um vôo e venha lhe ver nessas 24/72 horas do seu aniversário. Ah, não! aí já é pedir demais! Mas também não é culpa dele e nem de quem pede. É culpa da Emília, lógico!

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Eu e o filhote, Fotinho By Heudes Regis

Bora fazer uma festa agora? clicaê!!

Ninguém se atreve a negar que o bem maior que uma organização/instituição/empresa de qualquer espécie tem… são suas pessoas! Elas refletem como um espelho novinho o clima e a situação da tal empresa.

Quem frequentou o Versailles, ao menos uma vez, sabe que aquela casa funciona de fato. Mas hoje eu não quero falar de quem vocês tão cansados de ouvir e ver. Eu quero falar hoje dos meus amigos de “batalha”. Os que vão à luta, dão a cara, enfrentam a guerra diária de arrancar sorrisos de satisfação madrugada adentro naquele lugar.

Ok… a casa é linda, bem administrada, tem tudo de muito bom gosto… e isso é um excelente começo e ajuda muito na prática. Mas, me conte: o que seria de uma noite lá dentro se as toalhas da mesa não estivessem sempre impecáveis… o banheiro cheiroso… suas bebidas sempre geladas e na sua mão… a comida quente e no ponto pro seu paladar… se as bandejas não circulassem na frequencia da sua ansiedade… imagina?!?

E eu lhe digo, do alto dos meus quase 36, que mesmo que qualquer patrão se mate em planejamentos e ordens, nada funciona redondinho se a equipe toda não tiver a fim!

E preciso ainda esclarecer bem direitinho uma coisa: eu não recebo um centavo pra dizer isso. Aliás, não quero que chegue esse dia, quando vou dizer coisas ‘encomendadas’, por ser paga pra isso. É com toda a liberdade que tenho pra dizer o que bem entender, que vim aqui falar, não do Versailles de novo, mas deles… que fazem minha noite ser infinitamente melhor!

Eu trabalho sempre com muita alegria. Mas é fato que essa alegria melhora muito na companhia desse pessoal abaixo. Ninguém tem noção to tanto de carinho que recebo deles, do cuidado comigo e do respeito por meu trabalho. Me sinto querida e segura lá. Pra eles, meus sinceros parabéns por sempre vê-los dispostos, sempre responsáveis de suas tarefas, e nunca-nunquinha tê-los visto reclamando e de cara feia: É muito bom trabalhar com vocês!

E a quem me lê, fica o recado: da próxima vez que for ao Versailles, olhe nos olhos dessas pessoas e ofereça um sorriso. Eles estão suando pra garantir o seu!

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Faltou gente, eu sei… peço desculpas! e prometo que outra hora completo a lista!!

Explico: fui deliciosamente agraciada com um convite lindo, do meu amigo velho-jovem-escriba Patrício Jr, pra fazer as fotos do seu segundo livro, A Cega Natureza do Amor. O convite chegou meio em cima da hora e estou sem prazo nenhum! comecei a fazer quinta passada e tenho que entregar amanhã. Ok, capa e foto de orelha estão feitas, foi até facinho.

Mas a grande missão é traduzir em imagens 13 contos maravilhosamente bem escritos em palavras. Sou fã demais do estilo daquele cabra! confesso que não é nada difícil embarcar em sonhos levada por suas frases tão bem amarradas, com palavras tão perfeitamente empregadas. Mas até materializar esses sonhos, sem prazo e sem grandes estruturas… fico eu aqui sem dormir e sem postar!

Mas quem me conhece um pouquinho já deve imaginar que estou fascinada pelo desafio! fascinada pelos contos, pelos sonhos, pelos cliques, pelo trabalho em preto e branco… e pela possibilidade de botar pra passear a minha cega natureza amoroza.

Patrício, num gesto de absoluta confiança, entregou seus 13 inéditos contos em minha mão e não quis discutir qualquer idéia. Liberdade absoluta. Tô viajaaaaandoooo faz uns dias… adorando!

Em julho o livro sai do forno. Vocês vão poder me entender melhor.

Agora que sabem o motivo da minha ausência, compartilhem comigo essa alegria! e quinta-feira chego de volta, prometo juntar um monte de histórias pra contar (rola até making of da foto da capa!). Até porque, blog parado não tem motivo pra existir, eu concordo!

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